GESTÃO DE INVESTIMENTOS 

10. CONSIDERAÇÕES SOBRE A RENTABILIDADE NO ANO DE 2018

Relatório
Anual

2018

Após um intenso ano com muitas reviravoltas no Brasil e no exterior, podemos dizer que o Instituto mais uma vez conseguiu cumprir o compromisso de rentabilizar o seu patrimônio acima da meta atuarial, mantendo um excelente nível de liquidez.

Podemos afirmar que após a conclusão das eleições no Brasil – acontecimento mais aguardado localmente – um clima mais otimista com o cenário doméstico despontou entre os investidores nacionais. Isso contribuiu de forma significativa para os retornos positivos alcançados nos últimos meses do ano de 2018.

Como no ano anterior, a superação da meta atuarial deveu-se em grande medida aos bons resultados obtidos nos investimentos em títulos públicos indexados à inflação (Renda Fixa) e no mercado acionário (Renda Variável). Outro fator importante foi os baixos índices de inflação registrados no exercício.

Em 2018 os investimentos acumularam rentabilidade de 10,44%*, ante uma meta atuarial de 9,24%.

Abaixo, quadro com a rentabilidade dos principais ativos financeiros e a meta atuarial do Nucleos.

CDI – Taxa média diária utilizada como referencial para o custo do dinheiro no mercado interbancário. Essa taxa também é utilizada como referencial para avaliar a rentabilidade das aplicações em fundos de investimento.

DÓLAR PTAX VENDA – Cotação do Dólar calculada pelo Banco Central do Brasil, através da média ponderada do fechamento do câmbio dos negócios realizados no mercado interbancário.


IBOVESPA – Indicador do desempenho médio das ações das principais empresas negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Mais importante indicador do comportamento do mercado acionário no Brasil.

IMA-B – Índice de Mercado Anbima categoria B é um índice baseado em uma carteira teórica composta de Notas do Tesouro Nacional – Série B (NTN-Bs), que são títulos públicos que remuneram o investidor em uma taxa de juros pré-fixada + a variação do IPCA no período.

META ATUARIAL – A meta atuarial é a rentabilidade mínima que os fundos devem alcançar para garantir que seus beneficiários recebam suas aposentadorias, corrigidas pela inflação, sem comprometer o equilíbrio do plano. A meta atuarial é composta pela taxa de juros conjugada com o índice de inflação (INPC).

INPC – Índice de inflação calculado pelo IBGE nas onze regiões de maior produção econômica entre famílias com rendimento mensais compreendidos entre 1 e 5 salários mínimos.

JUROS – Taxa de juros real adotada pelo plano de benefícios.

 

11. POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

A Política de Investimentos apresenta a descrição das principais práticas e diretrizes para os investimentos a serem implementadas ao longo de 5 anos. Ela obedece aos parâmetros definidos nas regulamentações pertinentes às Entidades Fechadas de Previdência Complementar, estabelecidas no âmbito do Conselho Monetário Nacional (CMN), da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), do Banco Central do Brasil (Bacen) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

As Políticas de Investimentos do Plano Básico de Benefícios e do Plano de Gestão Administrativa do Nucleos para o período de 2019 a 2023 foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo em 10 de dezembro de 2018, e sua íntegra está disponibilizada em nosso website.

Conforme determina a Resolução MPS/CGPC nº 18/2006, alterada pela Resolução MPS/CGPC n° 15/2014, em seu Anexo único, a parcela de juros que compõe a meta atuarial juntamente com o INPC, ou seja, a taxa de juros real anual, corresponderá ao valor esperado da rentabilidade futura de seus investimentos, sendo que a EFPC poderá adotar taxa de juros real anual limitada ao intervalo compreendido entre 70% (setenta por cento) da taxa de juros parâmetro e 0,4% (quatro décimos por cento) ao ano acima da taxa de juros parâmetro, conforme Instrução nº 19/2015 da Previc.

A Taxa de Juros Parâmetro em vigor, conforme especificações da Portaria Previc nº 363/2018, é calculada de acordo com a Estrutura a Termo de Taxa de Juros Média e atualizada anualmente. 

Com base em estudo elaborado pela empresa Mercer Gama Consultores para o exercício de 2019, o Instituto adotou a taxa real anual de juros de 5,43% ao ano. 
 

 

12. ALOCAÇÃO DE INVESTIMENTOS

12.1. ESTUDO DE MACROALOCAÇÃO DE ATIVOS (ALM)

A metodologia empregada é o Asset Liability Management – ALM. O estudo de ALM permite a projeção da posição financeira do plano com a carteira atual e tem o objetivo de encontrar um conjunto de carteiras teóricas que maximizem a relação entre o retorno dos investimentos, considerando a necessidade de cobertura do passivo. A evolução do ativo foi feita através da simulação de cenários macroeconômicos aplicados às classes de ativos que representam as opções de investimentos do plano. O passivo foi projetado levando-se em conta as hipóteses adotadas nos cálculos atuariais que servem de base para a definição do plano de custeio (instrumento que define as contribuições necessárias para o pagamento de todas as aposentadorias e pensões até a data estimada do pagamento do último benefício devido).

O processo de macroalocação, norteado pelo equilíbrio do plano de benefícios, permite definir onde aplicar os recursos do plano, considerando os cenários macroeconômicos dos investimentos, as relações de risco e retorno das diversas classes de ativos e das características do passivo atuarial. Dessa forma, também, orienta as decisões de alocações estratégicas, fornecendo metas e níveis de alocação entre segmentos e classes de ativos.

O estudo de ALM do Nucleos foi elaborado pela Aditus Consultoria Financeira Ltda.

A base dos cenários construídos é a reunião das seguintes informações: expectativas divulgadas pelo Relatório Focus, utilizadas para o curto prazo; expectativas de mercado, para o médio e longo prazos e premissas sobre as diversas classes de ativos, baseadas no comportamento histórico do mercado brasileiro.

As fontes de dados utilizadas no estudo foram: Sistema Economática (séries históricas de indicadores); Bloomberg (séries históricas); lndicadores econômicos do Bacen (projeções macroeconômicas); Indicadores econômicos MCM Consultoria (projeções macroeconômicas); Curvas de juros de mercado da B3; e base de dados dos fundos da CVM – Comissão de Valores Mobiliários.

Os dados sobre volatilidade e correlação dos diversos fatores de risco também são baseados na observação das séries históricas desses mesmos fatores de risco, utilizando as fontes acima descritas.

12.2. COMPOSIÇÃO DOS INVESTIMENTOS POR SEGMENTO

12.2.1. PLANO BÁSICO DE BENEFÍCIOS - PBB
12.2.2. PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA

12.3. FUNDOS DE INVESTIMENTO

A gestão dos fundos do Nucleos é realizada por gestores externos, selecionados com base no “Manual de Investimentos – Procedimentos Internos de Seleção e Avaliação de Prestadores de Serviços”, documento esse desenvolvido internamente, recomendado pelo Comitê Consultivo de Investimentos – CCI, aprovado pela Diretoria Executiva e pelo Conselho Deliberativo – CD, e disponível para consulta no website do Nucleos.

O Nucleos é titular dos seguintes fundos de investimentos, segmentados em renda variável, renda fixa e multimercado do segmento Estruturado:
 

Em 2018 ocorreram as seguintes alterações nos fundos de investimentos:

• No dia 29/01 o Nucleos adquiriu cotas dos fundos de ações não exclusivo Neo Navitas FIC FIA e Franklin Valor e Liquidez FIC FIA ;

• No dia 05/03 o Nucleos adquiriu cotas do fundo de ações não exclusivo Bozano Fundamental FIA;

• No dia 06/03 ocorreu resgate total das cotas do fundo de ações não exclusivo Ibiuna Equities FIC FIA;

• No dia 07/06 ocorreu resgate total das cotas do fundo de ações não exclusivo JGP Institucional FIA;

• No dia 17/08 ocorreu resgate total das cotas do fundo de ações não exclusivo Atmos Institucional FIA;

• No dia 18/09 o Nucleos adquiriu cotas dos fundos de ações não exclusivo Sul América Equities FIA e Vinci Mosaico FIA;

• No dia 26/12 ocorreu resgate total das cotas do fundo de ações não exclusivo Bozano Fundamental FIA.
 

12.3.1. INFORMAÇÕES SOBRE OS FUNDOS DE INVESTIMENTO

O B-VaR – (Benchmark VaR) é muito utilizado no controle do risco de mercado. O B-VaR atua como ferramenta de controle de risco de mercado ao qual um portfólio está exposto. Ele é entendido como uma medida da diferença entre o retorno do fundo ou carteira em relação ao retorno para o benchmark definido (índice de referência).

12.3.2. COMPOSIÇÃO DOS FUNDOS EXCLUSIVOS
12.3.3. PERFORMANCE DOS FUNDOS

12.4. FUNDOS DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES (FIP)

Os Fundos de Investimento em Participações (FIP) representam aplicações efetuadas nos fundos CRT FIP e Energia PCH FIP.

O Fundo de Investimento em Participações – CRT é gerido e administrado pela Oliveira Trust. O Nucleos possui 100,00% do patrimônio líquido do CRT FIP que, por sua vez, em 31/12/2018, possuía 98,08% de seus ativos compostos por investimentos na Concessionária Rio-Teresópolis S.A. O FIP possui 11,02% do capital total da empresa.

O Fundo de Investimento em Participações – Energia PCH FIP é gerido pela Vinci Partners e administrado pelo Santander Securities Services Brasil DTVM S.A. O Nucleos possui 0,74% do patrimônio líquido do Energia PCH que, por sua vez, tem 99,94% de seus ativos compostos por investimentos na Juruena Participações e Investimentos S.A.
 

12.4.1. CONCESSIONÁRIA RIO-TERESÓPOLIS (CRT)

Foi efetuada nova precificação da empresa Concessionária Rio-Teresópolis – CRT. Para tanto, o administrador fiduciário, Oliveira Trust, contratou a empresa Alvarez & Marsal para fazer a avalição econômico-financeira. A nova precificação estabeleceu o 
valor de R$ 785,944 milhões para a empresa o que impactou negativamente no valor da cota do CRT-FIP, representando uma perda de 3,69% em dezembro. 

O Nucleos está desenquadrado em relação à Resolução CMN nº 4.661 por deter 100,00% das cotas desse FIP, adquiridas em 2003, quando o limite legal é de 25,00%. Para se enquadrar aos limites legais, o Instituto intensificou o processo de ofertas públicas, passando de semestrais (até 2012) para trimestrais a partir de 2013. As ofertas são feitas através de leilões eletrônicos da Cetip S.A. – Balcão Organizado de Ativos e Derivativos. Apesar de ampla divulgação, até o último leilão realizado, em novembro de 2018, não houve interessados na aquisição da parte excedente ao limite legal.
 

12.4.2. ENERGIA PCH FIP

Trata-se de investimento realizado em agosto de 2004. A cotação do FIP é disponibilizada pelo administrador sempre no último dia do mês.

12.5 CARTEIRA PRÓPRIA

A carteira própria, que é constituída por ativo com risco de crédito, encerrou em 31 de dezembro de 2018, com:

A rentabilidade apurada para a carteira própria foi de 19,73%, superior ao seu benchmark (INPC + 6,24%) de 9,89%. 

 

As debêntures de emissão da Sanesalto Saneamento foram adquiridas em outubro de 2004, cujas condições em vigor até o exercício de 2013 previam o pagamento de juros à taxa de 11,50% a.a., atualização monetária pelo IGP-M e amortização em 12 (doze) parcelas com término em 1º de junho de 2021. Em 26 de junho de 2014, os debenturistas reunidos na 19ª assembleia, por maioria e com voto contrário do Nucleos, aprovaram a reestruturação das debêntures de emissão da Sanesalto, com o reescalonamento dos prazos e alteração nas condições de pagamento e remuneração. Com a   reestruturação a taxa de juros foi reduzida para 6,25% a.a. e as parcelas vencidas foram incorporadas ao principal, sendo que o prazo de pagamento passou para 10 anos, com início em junho de 2015, após carência de 12 meses, e término em maio de 2025. Essas condições permaneceram ao longo de 2018.
 

12.6. EMPRÉSTIMOS A PARTICIPANTES

A rentabilidade apurada foi de 9,80%, inferior ao seu benchmark (INPC + 6,24%) de 9,89%. Em dezembro de 2018 esse segmento alocava recursos na ordem de R$ 14.926 mil. 

12.7. IMÓVEIS

A rentabilidade da carteira de imóveis foi positiva em 1,13%, inferior ao seu benchmark de 9,89% (INPC + 6,24%). Essa fraca performance ainda é atribuída aos reflexos da crise econômica pela qual passou e ainda está passando o estado do Rio de Janeiro e o país. 

 

13. SERVIÇOS DE SUPORTE

À GESTÃO DOS INVESTIMENTOS

13.1. AGENTE CUSTODIANTE / ADMINISTRADOR

Banco Bradesco S.A. – Responsável pela guarda dos títulos e liquidação física e financeira das operações, além de prover serviços de controladoria e compliance. 

BEM DTVM – Administrador fiduciário, cumprindo, dentre outras atribuições, a de acompanhar se as operações realizadas pelos nossos gestores estão em conformidade com as cláusulas contratuais e com as práticas de mercado.

13.2. CONSULTORIA MACROECONÔMICA

MCM Consultoria Macroeconômica – Presta serviços na área de estudos macroeconômicos, com avaliação de cenários, análises setoriais, entre outros. 

13.3. CONSULTORIA DE RISCO

Aditus – Presta serviço de monitoramento contínuo das carteiras de investimentos considerando a avaliação da performance dos ativos, dos riscos de mercado, liquidez, crédito e do enquadramento dos investimentos, entre outros. 

13.4. BASE DE DADOS

Economática – Serviços de transmissão, via linha telefônica, de sinal decodificável por modem, de informações sobre balanços, composição acionária e de produtos, notícias, cotações proventos e assembleias de empresas negociadas em bolsa de valores do Brasil.

13.5. SERVIÇO DE ALM

Aditus Consultoria Financeira – Serviço de elaboração de estudo para identificar a alocação entre os segmentos de investimentos que permita melhor relação entre retorno e cobertura do passivo atuarial.

 

14. DESPESAS COM A 
GESTÃO DOS INVESTIMENTOS

As despesas com a gestão de investimentos do Plano Básico de Benefícios em 2018 são apresentadas no quadro a seguir. Essas despesas não incluem as apresentadas no item “7.4. Despesas Administrativas”. 

(*) Despesas debitadas diretamente do patrimônio dos fundos de investimento.

 

15. INFORMAÇÕES GERAIS

15.1. CARTEIRA GLOBAL DE INVESTIMENTOS

PLANO BÁSICO DE BENEFÍCIOS - PBB
RECURSOS GARANTIDORES DO PBB
PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA
RECURSOS GARANTIDORES DO PGA

15.2. ADERÊNCIA À POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

E AOS LIMITES LEGAIS

PLANO BÁSICO DE BENEFÍCIOS - PBB
PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA

15.3. INVESTIMENTOS POR TIPO DE GESTÃO

RECURSOS GARANTIDORES DO PBB
RECURSOS GARANTIDORES DO PGA

Observação: A Resolução CMN nº 4.661/2018 estabelece diretrizes para aplicação dos recursos garantidores dos planos administrados pelas Entidades Fechadas de Previdência Complementar, que considera os ativos disponíveis e de investimentos, deduzidos de suas correspondentes exigibilidades, não computados os valores referentes a dívidas contratadas com os patrocinadores.

15.4. RENTABILIDADE BRUTA E LÍQUIDA POR SEGMENTO

SEGMENTOS DE INVESTIMENTOS DO PBB

SEGMENTO DE INVESTIMENTO DO PGA

Para apuração da rentabilidade líquida dos segmentos de Renda Fixa, Renda Variável e Investimentos Estruturados foram consideradas as seguintes despesas: Controladoria, Gestão Custódia, Taxa de Performance, Taxa de Administração, Taxa CVM, Taxa CETIP, Taxa CBLC, Taxa Selic, Taxa Anbima, Taxa de Bolsa/Corretagem, Despesas de Cartório, Despesas de Auditoria e Taxa de Permanência.

Para apuração da rentabilidade líquida dos segmentos Imobiliários e de Empréstimos foram consideradas as despesas diretas de investimento dos respectivos segmentos. A rentabilidade bruta do segmento de empréstimos excluiu efeitos líquido das despesas judiciais menos a recuperação dessas despesas.
 

 

16. CONSIDERAÇÕES FINAIS

No encerramento do exercício de 2018, o superávit acumulado do Plano Básico de Benefícios – PBB monta a R$ 107,0 milhões, equivalente a 3,09% das provisões matemáticas. No ano anterior, o superávit acumulado de R$ 263,1 milhões, representa 8,75% das provisões matemáticas. Essa contração se deu em decorrência das alterações de premissas atuariais, como redução da taxa de juros, de 5,61% para 5,43%, aumento do fator de capacidade de 98,14% para 98,24%, alteração da composição familiar (benefícios a conceder), além do crescimento real do Salário Real de Benefício – SRB acima do esperado, o que gerou um incremento nas provisões matemáticas.   

De todo modo, o resultado dos investimentos decorreu principalmente do bom desempenho nos títulos públicos indexados à inflação (Renda Fixa) e no mercado acionário (Renda Variável). 

No que se refere a gestão dos títulos indexados ao IPCA (NTNBs), o êxito se deu em função do Instituto acreditar na tendência de queda da inflação e dos juros, o que de fato ocorreu.

No que tange à Renda Variável, a importante parcela alocada pelo Nucleos no segmento foi determinante, haja vista o comportamento bastante positivo no ano de 2018. 

É relevante salientar que a vitória do candidato mais alinhado com o mercado fez com que os ativos entrassem em rota de valorização, aproveitada pelo Nucleos, responsável pela macroalocação, que tomou a decisão de aumentar a exposição da entidade nos ativos acima mencionados.

O quadro abaixo ilustra a evolução do resultado do Nucleos.

* Patrimônio de cobertura das provisões matemáticas.

Em relação a 2019, preocupações com o arrefecimento do crescimento da economia global; política monetária dos Estados Unidos da América; questões geopolíticas, em especial a disputa comercial entre a China e Estados Unidos, negociação da Inglaterra com a União Europeia (Brexit), e endereçamento e êxito na aprovação das medidas de cunho fiscal, como a Reforma da Previdência no Brasil, com certeza trarão ruídos e muita volatilidade aos ativos brasileiros.

Entretanto, parece prevalecer uma visão positiva entre os investidores, especificamente os brasileiros, que o ano de 2019 será construtiva, não só no âmbito econômico, mas também no político (obviamente, sempre com a condição de o Congresso Nacional aprovar as reformas). 

Nesse contexto o Brasil pode se transformar em uma excelente alternativa de investimento comparado tanto com os emergentes como com os países desenvolvidos.

Fica evidente o sucesso da gestão dos recursos conforme gráfico abaixo. 

O gráfico apresenta duas informações relevantes: a primeira é que, no acumulado no período de 11 anos (2008 a 2018), a rentabilidade do Nucleos supera a meta atuarial; e a segunda mostra a capacidade assertiva da macroalocação (73% de acerto). 

Este Relatório foi produzido com o apoio dos seguintes anunciantes:
Relatório Anual de Informações 2018
Nucleos – Instituto de Seguridade Social
Av. República do Chile, 230/ 15º andar - Ala Sul
Centro - 20.031-919 - Rio de Janeiro - RJ
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